O PowerVote facilita a interatividade e a realização de pesquisas em seus eventos
Mais de 2.500 pessoas utilizaram o sistema de voto eletrônico na ExpoManagement 2008.
A HSM, empresa multinacional que organiza todos os anos eventos para ministrar programas de treinamento administrativo, utiliza, desde 2006, os sistemas de votação eletrônica na ExpoManagement, um dos principais fóruns de empresas da Espanha. Na ocasião do último fórum em Madrid, em 23 e 24 de maio, os keypads de votação eletrônica foram utilizados nas conferências de Orange e Daemon Quest. No conjunto, mais de 2 500 pessoas utilizaram o sistema comercializado pela PowerVote para participar dos diferentes temas propostos pelos conferencistas. Segundo Maximiliano Massuci, gerente de operações da HSM Europa, esse sistema de votação eletrônica oferece uma grande versatilidade e permite não somente a interação do público e do conferencista, mas também possibilita realizar enquetes e estudos entre os participantes.
A melhor opção
A multinacional HSM estudou diversas alternativas existentes no mercado antes de adotar o sistema PowerVote. Opções que, segundo Massuci não ofereciam os mesmos serviços do PowerVote.
“Essa ferramenta possui vantagens que os sistemas de votação convencional não possuem. Por exemplo, dentro de um mesmo local, duas salas podem votar ao mesmo tempo, sem interferência dos sinais de radiofrequência. Além disso, você pode diferenciar no processamento do voto, qual comando está votando em uma sala e qual está sendo votado em outra, enquanto que os sistemas convencionais que existem no mercado não oferecem essa possibilidade. Com um sistema de votação eletrônica normal, os sinais de radiofrequência interferem quando os votos são realizados em duas salas próximas, o que apresenta o risco de alterar o resultado da votação”.
As vantagens
A individualização do voto e a realização de análises entre os participantes, separando as diferentes amostras de públicos disponíveis estão entre as vantagens destacadas pelo responsável pelas operações da HSM na Europa.
“Trata-se de um sistema muito flexível e muito fácil de ser aplicado. Você pode utilizar o sistema para aplicações de base ou, de forma mais complexa, para conhecer os dados concretos. Além disso, esse sistema é fácil de ser utilizado, como sua flexibilidade pode demonstrar, para uma assistência como a nossa de cerca de 3.000 participantes: para uma pergunta com 5 opções, bastam alguns segundos para apresentar a pergunta, respondê-la e avaliá-la. Ele permite, igualmente, garantir a exatidão dos conhecimentos do público, visto que o conferencista pode modificar seu discurso à medida que ele obtém as respostas”.
A segunda aplicação utilizada pela HSM é a realização de pesquisas junto aos participantes. As questões podem ser apresentadas, respondidas e comentadas imediatamente.
“É muito interessante, porque os participantes ficam surpresos ao ver os resultados na tela”, assinala Massuci.
Ele reconhece, entretanto, que, para alguns conferencistas, existe uma espécie de barreira psicológica diante das novas tecnologias. “Os conferencistas são, normalmente, muito tradicionais e eles têm medo de abrir uma brecha permitindo a interatividade. É aí que nos defrontamos com um ponto crítico”. Massuci sugere que os conferencistas sejam instruídos sobre o assunto, para que eles possam adotar esse tipo de sistemas em suas conferências.
Um sistema completo
Até o surgimento no mercado dos sistemas de votação eletrônica, o método mais utilizado em eventos era o de ‘levantar a mão’. Um apresentador fazia uma pergunta ao público e este respondia levantando a mão. Um sistema que, como reconhece o responsável pelas operações da HSM na Europa, é possível em reuniões reduzidas, mas não em eventos que agrupam centenas ou milhares de participantes.
“É muito diferente fazer uma pergunta diretamente a uma sala composta de 50 pessoas e fazer essa mesma pergunta a um auditório com 1000 pessoas”, ele esclarece.
Ele considera, entretanto, que essa ferramenta pode ser utilizada tanto em eventos reunindo muitos participantes, como com uma assistência mais reduzida.
Segundo Massuci, os sistema PowerVote é muito flexível e fácil de ser aplicado.
“Ele pode ser utilizado em aplicações básicas ou de forma mais complexa, para obter dados mais concretos. O funcionamento do PowerVote é muito simples”. Além disso, Massuci afirma que não falta nenhuma aplicação no sistema de votação PowerVote: “até hoje, não existe nenhuma ferramenta superior”.
Até o momento, a HSM utilizou o PowerVote somente na ExpoManagement, mas, em seus próximos eventos, a empresa pretende alugar essa ferramenta para uma aplicação adaptada.
Sobre a HSM
Fundada em 1989, a HSM é uma empresa multinacional que oferece prestação de serviços e produtos de treinamento aos dirigentes e executivos. Para tal finalidade, ela utiliza ferramentas e técnicas das mais avançadas, contando com as principais fontes de conhecimentos e especialistas em gestão de nível internacional. A HSM oferece seus serviços a um mercado de mais de 500.000 clientes distribuídos na América do Sul, Estados Unidos e Europa. Entre seus acionistas, estão o JP Morgan, Dresdner Bank, Credit Suisse First Boston, La Nación e a equipe de diretoria da HSM.
Além de Madrid, a ExpoManagement é apresentada todos os anos no México, Buenos Aires e em São Paulo. O grupo HSM organiza, além disso, outros eventos voltados para o treinamento de executivos: o Fórum Mundial de Alto Desempenho e o Fórum Mundial de Marketing e da Informação.
Palavra-chave : conferências, HSM, sistemas de votação eletrônica, voto eletrônico


